Considerada pagã pela maioria dos evangélicos, entidade abriga muitos crentes em suas fileiras
Ela costuma causar nos crentes um misto de espanto e rejeição. Pudera – com origens que se perdem nos séculos e um conjunto de ritos que misturam elementos ocultos, boa dose de mistério e uma espécie de panaceia religiosa que faz da figura de Deus um mero arquiteto do universo, a maçonaria é normalmente repudiada pelos evangélicos.
Contudo, é impossível negar que a história maçônica caminha de mãos dadas com a do protestantismo. Os redatores do primeiro estatuto da entidade foram o pastor presbiteriano James Anderson, em Londres, na Inglaterra, em 1723, e Jean Desaguliers, um cristão francês.
Devido às suas crenças, eles naturalmente introduziram princípios religiosos na nova organização, principalmente devido ao fim a que ela se destinava: a filantropia. O movimento rapidamente encontrou espaço para crescer em nações de tradição protestante, como o Reino Unido e a Alemanha, e mais tarde nos Estados Unidos, com a colonização britânica. Essa relação, contudo, jamais foi escancarada. Muito pelo contrário – para a maior parte dos evangélicos, a maçonaria é vista como uma entidade esotérica, idólatra e carregada de simbologias pagãs.
Isso tem mudado nos últimos tempos. Devido a um movimento de abertura que atinge a maçonaria em todo o mundo, a instituição tem se tornado mais conhecida e perde, pouco a pouco, seu aspecto enigmático. Não-iniciados podem participar de suas reuniões e cada vez mais membros da irmandade assumem a filiação, deixando para trás antigos temores – nunca suficientemente comprovados, diga-se – que garantiam que os desertores pagavam a ousadia com a vida. A abertura traz à tona a uma antiga discussão: afinal, pode um crente ser maçom? Na intenção de manter fidelidade à irmandade que abraçaram, missionários, diáconos e até pastores ligados à maçonaria normalmente optam pelo silêncio. Só que crentes maçons estão fazendo questão de dar as caras, o que tem provocado rebuliço.
A Primeira Igreja Batista de Niterói, uma das mais antigas do Estado do Rio de Janeiro, vive uma crise interna por conta da presença de maçons em sua liderança. A congregação já estuda até uma mudança em seus estatutos, proibindo que membros da sociedade ocupem qualquer cargo eclesiástico.
Procurada por CRISTIANISMO HOJE, a Direção da congregação preferiu não comentar o assunto, alegando questões internas. Contudo, vários dos oficiais da igreja são maçons há décadas: “Sou diácono desta igreja há 28 anos e maçom há mais de trinta. Não vejo nenhuma contradição nisso”, diz o policial rodoviário aposentado Adilair Lopes da Silveira, de 58 anos, mestre da Loja Maçônica Silva Jardim, no município de mesmo nome, a 180 quilômetros da capital fluminense.
Adilair afirma que há maçons nas igrejas evangélicas de todo Brasil, dezenas deles entre os membros de sua própria congregação e dezesseis entre os 54 membros da loja que frequenta: “Por tradição, a maioria deles é ligada às igrejas Batista ou Presbiteriana. Essas são as duas denominações em que há mais a presença histórica maçônica”, informa.
Um dos poucos crentes maçons que se dispuseram a ser identificados entre os 17 procurados pela reportagem, o ex-policial acredita que a sociedade em geral, e os religiosos em particular, nada têm a perder se deixarem “imagens distorcidas” acerca da instituição de lado. “Há preconceito por que há desconhecimento. Alguns maçons, que queriam criar uma aura de ocultismo sobre eles no passado, acabaram forjando essa coisa de mistério”, avalia. “Já ouvi até histórias de que lidamos com bodes ou imagens de animais.
Isso não acontece”, garante. Segundo Adilair, o único mistério que existe de fato diz respeito a determinados toques de mão, palavras e sinais com os quais os maçons se identificam entre si – mas, segundo ele, tudo não passa de zelo pelas ricas tradições do movimento, que, segundo determinadas correntes maçônicas, remontam aos tempos do rei hebreu, Salomão. E, também, para relembrar tempos difíceis. “São práticas que remontam ao passado, já que nós, maçons, fomos muito perseguidos ao longo da história”.
Adilair adianta que não aceitaria uma mudança nos estatutos da igreja para banir maçons da sua liderança. Tanto, que ele e seus colegas de diaconato que pertencem ao grupo preparam-se para, se for o caso, ingressar na Justiça, o que poderia desencadear uma disputa que tende a expor as duas partes em demanda. Eles decidiram encaminhar uma cópia da proposta do regimento ao presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, desembargador Luiz Zveiter. “Haverá uma enxurrada de ações na Justiça se isso for adiante, não tenho dúvidas”, afirma o diácono. A polêmica em torno da adesão de evangélicos à maçonaria já provocou até racha numa das maiores denominações do país, a Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB), no início do século passado (ver abaixo).
O pastor presbiteriano Wilson Ferreira de Souza Neto, de 43 anos, revela que já fez várias entrevistas com o intuito de ser aceito numa loja maçônica do município de Santo André, região metropolitana de São Paulo. O processo está em andamento e ele apenas aguarda reunir recursos para custear a taxa de adesão, importância que é usada na manutenção da loja e nas obras de filantropia: “Ainda não pude disponibilizar uma verba para a cerimônia de iniciação, que pode variar de R$ 1 mil a cinco mil reais e para a mensalidade. No meu caso, o que ainda impede o ingresso na maçonaria é uma questão financeira, e não ideológica” diz Wilson, que é mestre em ciências da religião pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e estuda o tema há mais de uma década
“Pessoas próximas sabem que sou maçom e isso inclui vários membros de minha igreja”, continua o religioso. “Alguns já me questionaram sobre isso, mas após várias conversas nas quais eu os esclareci, tudo foi resolvido”. Na mesma linha vai outro colega de ministério que prefere não revelar o nome e que está na maçonaria há sete anos. “Tenho 26 anos de igreja, seis de pastorado e posso garantir que não há nenhuma incompatibilidade de ser maçom e professar a fé salvadora em Cristo Jesus nosso Senhor e Salvador”, afirma. Ele ocupa o posto de mestre em processo dos graus filosóficos e diz que foi indicado por um pastor amigo. “Só se pode entrar na maçonaria por indicação e, não raro, os pastores se indicam”. Para o pastor, boa parte da intolerância dos crentes em relação à maçonaria provém de informações equivocadas transmitidas por quem não conhece suficientemente o grupo.
“SEM CAÇA ÀS BRUXAS”
Procurados com insistência pela reportagem, os pastores Roberto Brasileiro e Ludgero Bonilha, respectivamente presidente e secretário-geral do Supremo Concílio da IPB, não retornaram os pedidos de entrevista para falar do envolvimento de pastores da denominação com a maçonaria. Mas o pastor e jornalista André Mello, atualmente à frente da Igreja Presbiteriana de Copacabana, no Rio, concordou em atender CRISTIANISMO HOJE em seu próprio nome. Segundo ele, o assunto é recorrente no seio da denominação.
“O último Supremo Concílio decidiu que os maçons devem ser orientados, através do Espírito Santo, sem uso de coerção ou força, para que deixem a maçonaria”, conta Mello, referindo-se ao Documento CIV SC-IPB-2006, que trata do assunto. O texto, em determinado trecho, considera a maçonaria como uma religião de fato e diz que a divindade venerada ali, o Grande Arquiteto do Universo, é uma entidade “vaga”, sem identificação com o Deus soberano, triúno e único dos cristãos.
O pastor, que exerce ainda o cargo de secretário de Mocidade do Presbitério do Rio, lembra que, assim como as diferentes confissões evangélicas têm liturgias variadas e suas áreas de conflito, as lojas maçônicas não podem ser vistas em bloco – e, por isso mesmo, defende moderação no trato da questão. “Vejo algum exagero na perseguição aos maçons, pois estamos tratando de um problema de cem anos atrás, deixando de lado outros problemas reais da atualidade, como a maneira correta de lidar com o homossexualismo”.
O pastor diz que há mais presbíteros do que pastores maçons – caso de seu pai, que era diácono e também ligado à associação. “Eu nunca fui maçom, mas descobri coisas curiosas, como por exemplo, o fato de haver líderes maçons de várias igrejas, inclusive daquelas que atacam mais violentamente a maçonaria. “Não acredito que promover caça às bruxas faça bem a nenhum grupo religioso”, encerra o ministro. “Melhor do que aprovar uma declaração contra alguém é procurá-lo, orar por ele, conversar, até ganhar um irmão.”
O presidente do Centro Apologética Cristão de Pesquisa (CACP), pastor João Flávio Martinez, por sua vez, não deixa de fazer sérios questionamentos à presença de evangélicos entre os maçons. “O fato é que, quando falamos em maçonaria, estamos falando de outra religião, que é totalmente diferente do cristianismo. Portanto, é um absurdo sequer admitir que as duas correntes possam andar juntas”. Lembrando que as origens do movimento estão ligadas às crenças misteriosas do passado, Martinez lembra o princípio bíblico de que não se pode seguir a dois senhores. “Estou convencido de que essa entidade contraria elementos básicos do cristianismo. Ela se faz uma religião à medida que adota ritos, símbolos e dogmas, emprestados, muitos deles, do judaísmo e do paganismo”, concorda o pastor batista Irland Pereira de Azevedo.
Aos 76 anos de idade e um dos nomes mais respeitados de denominação no país, Irland estuda o assunto há mais de três décadas e admite que vários pastores de sua geração têm ou já tiveram ligação com a maçonaria. Mas não tem dúvidas acerca de seu caráter espiritual: “Essa instituição contraria os mandamentos divinos ao denominar Deus como grande arquiteto, e não como Criador, conforme as Escrituras”. Embora considere a maçonaria uma entidade séria e com excelentes serviços prestados ao ser humano ao longo da história, ele a desqualifica do ponto de vista teológico e bíblico. “No meu ponto de vista, ela não deve merecer a lealdade de um verdadeiro cristão evangélico. Entendo que em Jesus Cristo e em sua Igreja tenho tudo de que preciso como pessoa: uma doutrina sólida, uma família solidária e razão para viver e servir. Não sou maçom porque minha lealdade a Jesus Cristo e sua igreja é indivisível, exclusiva e inegociável.”
Ligações perigosas
Crentes reunidos à porta de templo da IPI nos anos 1930: denominação surgiu por dissidência em relação à maçonaria.
As relações entre algumas denominações históricas e a maçonaria no Brasil são antigas. Os primeiros missionários americanos que chegaram ao país se estabeleceram em Santa Bárbara (SP), em 1871. Três anos depois, parte desses pioneiros, entre eles o pastor Robert Porter Thomas, fundou também a Loja Maçônica George Washington naquela cidade. O espaço abrigou, em 1880, a reunião de avaliação para aprovação ao ministério de Antônio Teixeira de Albuquerque, o primeiro pastor batista brasileiro. Tanto ele quanto o pastor que o consagrou eram maçons.
Quando o missionário americano Ashbel Green Simonton (1833-1867) chegou ao Brasil, em 12 de agosto de 1859, encontrou, na então província de São Paulo, cerca de 700 alemães protestantes. Sem ter onde reuni-los, Simonton – que mais tarde lançaria as bases da Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB) – aceitou a oferta de maçons locais que insistiram para que ele usasse sua loja, gratuitamente, para os trabalhos religiosos. A denominação, que abrigava diversos maçons, sofreu uma cisão em 31 de julho de 1903. Um grupo de sete pastores e 11 presbíteros entrou em conflito com o Sínodo da IPB porque a denominação não se opunha a que seus membros e ministros fossem maçons. Foi então fundada a Igreja Presbiteriana Independente do Brasil (IPI).
Ultimamente, a IPB vem reiteradamente confirmando a decisão de impedir que maçons exerçam não só o pastorado, como também cargos eclesiásticos como presbíteros e diáconos. As últimas resoluções do Supremo Concílio sobre o assunto mostram o quanto a maçonaria incomoda a denominação. Na última reunião, ficou estabelecida a incompatibilidade entre algumas doutrinas maçons e a fé cristã. Ficou proibida a aceitação como membros à comunhão da igreja de pessoas oriundas da maçonaria “sem que antes renunciem à confraria” e a eleição, ao oficialato, de candidatos ainda ligados àquela entidade.
Marcelo Barros
Fonte: Cristianismo Hoje
TV UNÇÃO E VIDA - PARCEIRA REDE ALERTA CRISTÃO
Evangelismo em Parintins (AM) alcança 300 almas para Jesus
O projeto missionário acontece desde 1998 e reúne voluntários de diversas partes do Brasil
A Primeira Igreja Batista de Parintins (AM) realizou uma campanha evangelística junto aos turistas que viajam para a cidade durante o Festival Folclórico de Parintins que acontece anualmente no mês de junho.
O nome do projeto de evangelismo é “Jesus Água da Vida” e é realizado desde 1998. Os voluntários da igreja saem distribuindo garrafas de água mineral e falando do amor de Deus para os parintinenses e visitantes.
A proposta é entregar a garrafa de água e conversar com a pessoa falando sobre o plano da salvação. Se o ouvinte aceitar entregar sua vida à Cristo, o voluntário preenche uma ficha com os dados para uma futura visita.
Este ano mais de 70 voluntários vindos de cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Manaus e outras participaram do projeto e no final, mais de 300 pessoas decidiram aceitar Jesus como único salvador.
O pastor Jônatas Lira, responsável pela equipe de São Paulo, participou como voluntário em outras edições do projeto e percebeu que hoje as pessoas estão mais abertas para receber a Palavra. “Nos primeiros anos em que participei, as pessoas mal paravam, éramos ignorados. Hoje já se tornou num ponto de encontro, um ponto de oração. As pessoas estão mais receptivas à Palavra”, disse.
A PIB de Parintins precisou investir na compra do material que foi distribuído. De acordo com o pastor Davi Galúcio, vice-presidente da igreja, mais de 10.000 garrafas de água mineral foram distribuídas pelos voluntários que também entregaram 8.000 folhetos e aproximadamente 15.000 pulseiras.
Fonte : Gospel Prime
Francisco deve enfrentar a “nova juventude católica” durante JMJ
Além de espiritualidade, jovens fieis querem acabar com a pobreza e discutir tabus.
A Jornada Mundial da Juventude será no Rio de Janeiro entre 22 e 29 de junho. Ela marca o primeiro compromisso do papa Francisco fora da Itália. Ele deverá ainda fazer uma visita a cidade de Aparecida, em São Paulo.
Outrora o país com o maior numero de católicos do mundo, não há dúvida que a visita do papa encontrará um grupo de fiéis com perfil bem diferente do que encontraram outros pontífices.
Segundo a matéria de capa da revista IstoÉ dessa semana, depois de um longo período de preponderância da experiência religiosa individual, os jovens católicos optaram pelo engajamento social. Assim como a grande maioria dos brasileiros, eles esperam transformações profundas nas áreas de saúde e educação, além de defenderem um maior respeito às diferenças, a diminuição da violência e uma economia mais solidária.
Isso não deverá ser uma surpresa para quem foi cardeal na vizinha Argentina e conhece bem as dificuldades enfrentadas pelos latino-americanos. Mesmo assim, Jorge Mario Bergoglio recebeu das mãos de autoridades católicas do Brasil uma edição especial da revista “Jovens Conectados”. Eles foram a Roma para que Francisco se inteirasse do funcionamento da maioria das cerca de 60 comunidades de evangelização da juventude de expressão nacional.
Segundo a IstoÉ, a cúpula da Igreja brasileira inclusive modificou trechos dos discursos de Francisco para a Jornada evento no Brasil, onde ele deve dialogar e apontar caminhos para a juventude procurando conciliar os ensinamentos da palavra de Deus não apenas para cuidar da espiritualidade, mas para “ajudar a mudar o mundo”.
O paulista Leonardo Cavalcante, 23 anos, mostra bem como vive e pensa a “nova juventude católica do país”. Depois de ter frequentando por muito tempo grupos de oração da Renovação Carismática e participado de missas com teor mais festivo, agora está envolvido com a pastoral universitária e atua como colaborador voluntário no setor universidades da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. Ele afirma querer participar da luta “por uma sociedade mais justa e igualitária”.
“A juventude quer colocar mais a mão na massa, mostrar que pode transformar o mundo”, afirma Cavalcante. Assim como ele, outras centenas de católicos que desejam transformar a sociedade estão ligados à Pastoral da Juventude e às Comunidades Eclesiais de Base. As CEBs, como são chamadas foram muito importantes entre os anos 1960 e 1980, mas perderam força nos dos últimos pontificados (Joao Paulo II e Bento 16). Hoje existem cerca de 107 mil CEBs no Brasil.
Os irmãos paulistanos Pedro Romero (16) e Taynah Romero (20), encarnam esse engajamento da nova geração. A mãe deles participava de uma CEB quando jovem. “Fomos às manifestações do Movimento Passe Livre (MPL) e apresentamos uma de nossas bandeiras – a rejeição aos projetos de redução da maioridade penal… Vamos além da espiritualidade”, defendem os Romero.
O novo papa é jesuíta e sempre teve um forte discurso social. Certamente deve ter ficado feliz ao ler a pesquisa “Religião e Sociedade”, feita com brasileiros entre 15 e 24 anos religiosamente ativos. A pesquisa de 2001 revela que 65,9% dos católicos do país, se pudessem, acabariam com a miséria e a pobreza no país.
Mas entres as preocupações de Francisco está o fato de que, segundo o IBGE, a população católica entre 15 e 29 anos diminuiu 7,1% entre 2000 e 2010. Além disso, Francisco encontrará outros tipos de ativismo em sua passagem pelo Brasil.
Rodolfo Viana, 28 anos, natural do Rio de Janeiro, é membro do Diversidade Católica, um grupo de gays católicos. Ele participava do movimento da Renovação Carismática, até ser expulso quando um dos seus coordenadores soube que Viana tinha um namorado.
“Como não conseguia ser ex-gay, me tornei ex-católico”, conta. Através do Diversidade Católica ele retornou à igreja. “Hoje, não sou mais vítima da Igreja, que faz parte da minha cultura e formação moral. Bater o pé e não sair do banco do catolicismo é fazer política. Do contrário, estaria me amputando”, explica Viana. Nas reuniões quinzenais do grupo, que conta com a colaboração de padres e teólogos, procura-se “conciliar as identidades religiosa e sexual, numa demonstração de que tabus, como a homossexualidade, agora encontram espaço para discussão entre os fiéis”.
O Diversidade está promovendo um evento paralelo à Jornada Mundial da Juventude, onde jovens católicos homossexuais irão debater como podem viver sua identidade religiosa e sexual. Eles dizem ter expectativa que Bergoglio expresse suas opinião sobre assuntos doutrinários, como ordenação feminina, segundo casamento e, principalmente, sexo. Mas os estudiosos não acreditam que ele o fará. Afinal, Desde o Concílio de Trento, no século XV, a Igreja não muda o discurso sobre a sexualidade.
Fonte : Gospel Prime
Prefeitos consagram suas cidades a Jesus para combater violência
82% da população do México são católicos e apenas 6% declaram-se evangélicos.
Monterrey é a terceira maior cidade do México e uma das mais ricas do país, enfrenta como toda grande cidade, problemas de violência urbana. Recentemente, Alicia Margarita Arellanes Cervantes, sua prefeita, decidiu simplesmente consagrar o município a Jesus na tentativa de reverter essa situação.
Em uma cerimônia pública, realizada a poucos metros da Câmara Municipal, a prefeita fez um longo discurso onde afirmou que só a participação humana “não tem a capacidade de reverter a escuridão” e que somente a luz da fé em Deus pode mudar a situação da cidade. Ela iniciou dizendo que “Estamos reunidos aqui hoje, para entregar Monterrey, Nuevo León, ao nosso Senhor Jesus Cristo, para que o seu reino de paz e suas bênçãos possam ser estabelecidas aqui.”
“Eu abri as portas deste município para Deus como a autoridade final”, acrescentou. ”Senhor Jesus Cristo, Monterrey é a sua casa Senhor Jesus, Seja Senhor do Monterrey”. Uma multidão de cerca de 10.000 pessoas reunida na praça gritava amém, aplaudia e orava.
Aparentemente esse movimento pedindo ajuda divina se tornou comum no México. Os prefeitos de Guadalupe, e de Juárez , duas cidades perto de Monterrey, além do de Ensenada fizeram o mesmo este ano.
As cerimonias de consagração foram preparadas e difundidas pela Assembleia de Pastores, organização evangélica com forte representação em várias cidades no norte do México. Algo surpreendente, pois 82% da população do país são católicos e apenas 6% declaram-se evangélicos.
Segundo o jornal The New York Times, os líderes evangélicos por trás do movimento afirmaram que iriam continuar a parceria com os políticos, independentemente das criticas que estavam recebendo. E há motivos de sobra para comemorarem.
O México é um dos países latinos onde o movimento evangélico menos cresceu nos últimos 50 anos. Em parte por causa da “Guerra de Cristero”, um sangrento conflito entre o governo e as milícias católicas no final de 1920, que teve como resultado a aprovação de leis que proíbem demonstrações públicas de qualquer fé religiosa. A Constituição mexicana é uma das mais restritivas do Ocidente no tocante a limitar o papel da religião na esfera pública.
Igrejas e seus representantes estão proibidos de exercer qualquer atividade política. Por exemplo, os padres só foram autorizados a votar em 1994. A lei também proíbe que as autoridades municipais e federais participem de ”qualquer ato religioso oficial de culto público”. As celebrações religiosas públicas necessitam de autorizações especiais, sujeitos à aprovação por um sub-secretário para assuntos religiosos.
Obviamente, a imprensa e representantes das igrejas católicas não estão satisfeitos em ver esse “modismo evangélico”. Na entrevista concedida após seu discurso em Monterrey, Arellanes tentou desviar as críticas dizendo que, quando entregou a cidade para Jesus, ela agiu “como uma cidadã e não como a prefeita” e ressaltou que é católica e pediu tolerância para “suas próprias crenças.”
A Igreja Universal não é para todos, diz genro de Edir Macedo
Renato Cardoso avisa que a IURD é uma igreja para quem quer mudança total
Para comemorar os 36 anos da Igreja Universal do Reino de Deus, completos no dia 9 de julho, o bispo Renato Cardoso, genro de Edir Macedo, escreveu um texto dizendo que a igreja está aberta a todos, mas que não é para todos.
Cardoso diz que na IURD todas as pessoas podem entrar; negro, branco, estrangeiro, mendigo, rico, viciado, religioso, ateu, homossexual, curioso, divorciado, crítico, sincero, médico doente…, porém “a Universal não é para todos”.
O apresentador do programa The Love School chega a comprar a IURD com um consultório de dentista, dizendo que muitas pessoas chegam ali porque estão com dor e que assim que recebem a cura deixam de frequentar a igreja.
“Muitos são curados de suas dores na Universal e depois não voltam mais. (Pelo menos até que apareça outra dor.) Vão para outros lugares onde ouvem coisas mais agradáveis”, escreveu.
“Só permanecem nela os que querem a mudança total”, disse o bispo explicando os motivos que o faz dizer que a IURD não é uma igreja para todos.
“Não, a Universal não é para todos. Mas permanece com as portas abertas a todos, mesmo aos que um dia deram as costas para ela”.
Leia na íntegra:
Há um ano escrevi as 35 razões por que amo a Universal. Se você ainda não leu, leia aqui. Hoje quero acrescentar mais uma razão. Estamos completando 36 anos de existência e quero lhe dizer por que eu sou a Universal.
Ela está aberta a todos, mas não é para todos.
Ninguém jamais será barrado de entrar pelas portas da Universal. Desde que não venha para perturbar a paz dos que ali estão, desrespeitar as pessoas e o trabalho, será bem-vindo. Negro. Branco. Estrangeiro. Mendigo. Rico. Viciado. Religioso. Ateu. Homossexual. Curioso. Divorciado. Crítico. Sincero. Médico. Doente. Gente.
Tratamento igual. Assento garantido, se chegar cedo. Ela está aberta a todos, mas não é para todos.
A Universal não é para todos. Nem o céu é. Quem vai apenas algumas vezes à Universal começa logo a perceber que ela mexe com a sua estrutura. Quem chega esperando uma reunião agradável, desenhada para fazer as pessoas se sentirem confortáveis com suas vidas como estão, fica logo incomodado.
Ela é como ir ao dentista. A maioria das pessoas só vai ao dentista quando a dor se torna insuportável, mas espera que o dentista faça apenas o necessário para parar a dor.
O bom dentista, porém, vai logo olhando todos os dentes, tira raio-x, e aponta tudo o que está de errado naquela boca. E recomenda o tratamento não apenas para curar aquela dor, mas para evitar todas as dores futuras. Contudo, a maioria das pessoas insiste: “Só faça parar esta dor, doutor.” Sabendo que não vai resolver, ele atende. Depois disso, a pessoa, provavelmente, não voltará mais àquele dentista. “Eu só fui lá por causa de uma dorzinha e ele já queria arrancar os quatro sisos, fazer canal, botar aparelho e ainda disse que tenho cárie em seis dentes? Não volto lá não! Dentista ladrão.”
Muitos são curados de suas dores na Universal e depois não voltam mais. (Pelo menos até que apareça outra dor.) Vão para outros lugares onde ouvem coisas mais agradáveis. Se juntam a outros que lhes dão tapinha nas costas e não lhes desafiam a serem melhores. E alguns ainda cospem no prato em que comeram.
A Universal não é para todos.
Só permanecem nela os que querem a mudança total. Os que preferem o tapa da verdade ao beijo da mentira. Os que não se preocupam com o que os outros pensam, mas com o que Deus pensa. Os que querem fazer parte da tropa de elite de Deus.
Não, a Universal não é para todos. Mas permanece com as portas abertas a todos, mesmo aos que um dia deram as costas para ela.
E por mais esta razão, eu sou a Universal.
Fonte : Gospel Prime
Marco Feliciano rejeita convite para participar de programa na Globo
Ele seria entrevistado por Pedro Bial no programa "Na Moral" desta quinta-feira.
O deputado Marco Feliciano (PSC-SP) recusou participar do programa “Na Moral”, na Rede Globo, que vai tratar sobre o tema Estado laico. Feliciano disse no Twitter que desistiu de participar depois de assistir ao programa anterior que teve como tema a descriminalização das drogas.
Para o deputado, o que deveria ser um debate democrático se tornou um programa de apologia às drogas. “Assisti o programa sobre a descriminalização das drogas e o resultado foi trágico, tendencioso com direito a apologia as drogas. Achei por bem não contribuir a mais essa humilhação pública promovida por pessoas q desrespeitam religiosos como eu (sic)”, disse ele que logo apagou seu comentário.
Neste mesmo programa, que vai ao ar nesta quinta-feira (11) o pastor Silas Malafaia pode estar entre os convidados para discutir a participação da Igreja no Estado.
Sem confirmar se estará presente ou não, o líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo divulgou o link da nota do jornalista Lauro Jardim que comentava a participação do religioso no programa Na Moral.
O colunista da Veja disse que o convite é uma tentativa de aumentar a audiência do programa que na última semana ficou com um ponto a menos no ibope por conta do programa “A Fazenda”, da Rede Record.
Malafaia já havia criticado o programa de Pedro Bial no ano passado, quando a atração promoveu um casamento homossexual no palco. O pastor assembleiano chegou a escrever um artigo no site Verdade Gospel dizendo que era inaceitável que um veículo de comunicação do tamanho da Globo fizesse apologia ao casamento gay.
Ele também fez algumas críticas ao apresentador dizendo que ele tem feito um papel “medíocre e ridículo” no Big Brother Brasil. “Pedro Bial, que já tem feito papel de medíocre e ridículo no Big Brother Brasil, agora para mostrar que é mais ridículo ainda, vem fazer programa de uma verdadeira propaganda de união gay, enganando a sociedade ao mexer no emocional das pessoas”, disse ele na ocasião.
Fonte : Gospel Prime
No Amazonas, pastor é preso por suspeita de estuprar criança de 8 anos
O pastor Pedro Orlando Picanço de Souza, 55 anos, foi preso na madrugada desta segunda-feira por suspeita de ter estuprado uma criança de oito anos na zona leste de Manaus (AM). Segundo a assessoria da Polícia Civil do Estado, o religioso foi levado à Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca), onde confessou ter cometido o abuso.
Souza é casado e vizinho da vítima no conjunto Arthur Virgílio, bairro Jorge Teixeira. De acordo com a assessoria, a mãe ligou para o Disque-Denúncia após a criança ter relatado a violência sexual. Uma viatura foi até o local e deu voz de prisão ao pastor. Depois de prestar depoimento, ele foi encaminhado à Cadeia Pública de Manaus.
Fonte : TERRA.
Edir Macedo pede orações para que Record possa “massacrar os infiéis inimigos”
Bispo Edir Macedo pede orações pela Rede Record A Rede Record está passando por uma grande reformulação, tendo demitido o bispo Honorilton Gonçalves e Alexandre Raposo, que comandavam a emissora até semana passada.
Segundo as colunas especializadas em TV, o motivo seria o prejuízo milionário que a emissora teve em 2012, um dos piores anos de sua história. Segundo a VEJA, a assembleia-geral da emissora divulgou que no ano passado a Record ficou no vermelho, com 117,9 milhões de reais de “prejuízo líquido consolidado”. Um dos motivos seriam os investimentos milionários na compra de eventos esportivos como as Olimpíadas, que não renderam o esperado em publicidade e audiência.
Enquanto isso, o SBT teve lucro líquido de R$ 52,5 milhões, um crescimento de 60%. Além disso, voltou a assumir a vice-liderança em audiência em diversos estados. Este ano, dois dos carros-chefes da emissora (“Programa do Gugu” e “Tudo a Ver”) chegaram ao fim e foi amplamente divulgado o fim dos contratos milionários com Ana Paula Padrão e apresentador Gugu. O canal demitiu ainda boa parte dos seus 300 atores e atrizes.
Durante um culto recente, o Bispo Edir Macedo, o líder da Igreja Universal e dono da Record, pediu que os fiéis orassem por Marcelo Silva, novo vice-presidente da rede de TV. E acrescentou “os inimigos são muitos e querem o mal da emissora. Mas com as orações e a ajuda de todos a Record vai massacrar os infiéis inimigos”.
Com informações UOL e VEJA.
Crescimento de evangélicos impulsiona despertar da Igreja Católica
A afirmação é do arcebispo de Aparecida (SP) e presidente da CNBB, dom Raymundo Damasceno Assis (foto). Para ele, a Igreja Católica estava "acomodada".
Em entrevista exclusiva ao UOL, a poucos dias da chegada do papa Francisco ao Brasil, dom Raymundo Damasceno Assis, arcebispo de Aparecida (SP) e presidente da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), disse que o crescimento de evangélicos no Brasil e no mundo impulsionou um "despertar" da Igreja Católica, que, na opinião dele, estava "acomodada".
"Talvez nós tenhamos nos acomodado e pode ser que o crescimento do movimento neopentecostal tenha nos feito acordar, nos despertar para a nossa verdadeira missão", disse ele, que ressaltou, no entanto, o aumento da qualidade dos católicos. "Os praticantes são muito mais coerentes com suas práticas e praticam sua fé de modo mais convencido. Isso é muito positivo."
No Brasil, ao mesmo tempo em que o número de evangélicos aumentou 61,45% em 10 anos, a comunidade católica sofreu uma queda de 1,3% no índice de fieis no mesmo período. É o que aponta o último Censo Demográfico do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Em 2000, cerca de 26,2 milhões se disseram evangélicos. Em 2010, eles passaram a ser 42,3 milhões. Ainda assim o país ainda segue com maioria católica. O número de católicos foi de 123,3 milhões em 2010, cerca de 64,6% da população. No levantamento feito em 2000, eles eram 124,9 milhões, ou 73,6% dos brasileiros.
Ainda assim Damasceno diz que a eleição do papa Francisco trouxe uma esperança para a comunidade brasileira e mundial. "Gerou muita esperança na Igreja Católica, uma expectativa muito positiva. Mas é muito difícil quantificar essa mudança no aumento do número de fiéis. O que a gente percebe ouvindo e vendo é que há uma expectativa positiva, alegre e esperançosa para o seu pontificado", complementou o presidente da CNBB, que ressalta o acolhido do pontífice, principalmente pela capacidade de atração que o argentino naturalmente tem.
"E isso tem sido comprovado com o aumento de romeiros e visitantes em Roma. O número de peregrinos está aumentando cada vez mais, sobretudo nas audiências públicas de quarta-feira e no Angelus, no domingo. Estão falando em cerca de 200 mil pessoas por semana". Esse poder de atração é justificado por Damasceno, principalmente por causa de sua simplicidade e a sua informalidade que o aproximam do povo.
Mas o arcebispo brasileiro relaciona a eleição do papa Francisco à reaproximação da Igreja Católica ao sua missão. "A igreja existe para evangelizar. O que significa que a igreja deve cuidar daqueles que a frequentam, que participam da vida das nossas comunidades, mas que também precisa sair ao encontro dos que estão distantes." Ele, no entanto, afirma que a mudança da postura da comunidade católica nada tem a ver com o crescimento da Igreja Evangélica.
"Não é uma resposta aos evangélicos. Fazemos isso por questão de missão, de objetivo, de finalidade. Muitas vezes nós nos acomodamos e precisamos sair desse comodismo. Isso está muito claro na visão do papa Francisco", completou dom Damasceno, que garantiu que a Igreja Católica não pretende discriminar ninguém, apesar de não concordar com certos comportamentos da atualidade, tais como o casamento gay, a eutanásia e o divórcio.
A igreja, como ele apontou, não discrimina pessoas, "mas não pode concordar com certas posições que se opõe ao seu ensinamento ético". "Não podemos equiparar um casamento com duas pessoas do mesmo sexo com outro entre um homem e uma mulher. Não é mesma coisa. Com todo respeito aos que optam por esse caminho. A igreja também não pode aprovar a eutanásia, porque a vida é um dom de Deus. A igreja não pode aprovar o divorcio e não pode dizer que o divorcio é um caminho normal, embora respeite quem fez essa opção", exemplifica.
Mesmo assim quase metade dos casais homossexuais brasileiros (47,4%) se autodeclaram católicos, segundo dados do Censo Demográfico 2010 divulgados pelo IBGE.
Fonte: UOL
Benny Hinn é chamado de “o maior golpista do mundo”
Em 36 anos de ministério o pregador americano soma uma fortuna de 42 milhões de dólares
De acordo com o Christian post, o pastor Benny Hinn foi ofendido por um homem no aeroporto de Los Angeles na última sexta-feira de junho. O pregador americano foi chamado de “o maior golpista do mundo” e a ofensa foi filmada e postada na internet.
O homem interrompeu uma entrevista onde o religioso respondia sobre a polêmica envolvendo ele a ex-apresentadora do Food Network. Benny Hinn defendia o perdão de Paula Deen que foi demitida da TV por ter feito uma declaração racista, quando o acusador apareceu fazendo ofensas.
O homem teria dito: “Ele é o maior golpista do mundo. Ele está enganando as pessoas com motivos religiosos há décadas”. E não foi só isso, ele acusou o pastor de enganar os fiéis para ficar com as apólices de seguro. “Ele se apossa das apólices do seguro social das pessoas, elas gastam suas economias na esperança de que ele as cure do câncer, então, quando elas estão mortas, ele fica com o dinheiro”.
Benny Hinn não deu ouvidos ao acusador e saiu andando em meio a vaias chamando a atenção de quem passava pelo aeroporto.
Nesses 36 anos de ministérios ele já precisou explicar muitas vezes o que pensa sobre a arrecadação de dinheiro que realiza durante seus cultos. Em seu site ele postou um comentário mostrando sua visão bíblica do dízimo. “Dar ao Senhor é tão importante que Deus prometeu que aqueles que dão para a disseminação do Evangelho serão abençoados e protegidos”.
A desconfiança sobre o destino dos valores arrecadados é fundamentada pela avaliação da fortuna que o pregador tem acumulada: US$42 milhões. Ao se explicar sobre isso, Benny Hinn afirma que usa as doações para ajudar orfanatos, hospitais e para “espalhar o Evangelho pelo mundo”.
Fonte : Gospelprime
Gisele Nascimento prepara lançamento de seu primeiro CD pela MK Music
“O Sonho Não Acabou” será lançado em São Paulo
Gisele Nascimento se prepara para lançar o seu primeiro CDpela MK Music. “O Sonho Não Acabou” será lançado em São Paulo e a cantora seguirá uma série de agendas para divulgar a novidade.
Nesta terça-feira (9), Gisele Nascimento irá gravar participação no programa “Noite com Adoradores”, na RIT TV. Na quarta-feira (10), a cantora falará sobre a carreira, ministério entre outras novidades no Vida Ao Vivo, da Rádio Vida FM, apresentado por Bianca Pagliarin, a partir das 11 horas. Após, estará presente na Igreja Paz e Vida – Sede, nos cultos às 15 horas e 19 horas louvando com todos os membros e visitantes.
Na quinta-feira (11) a cantora estará em uma tarde de autógrafos, às 15 hora, na loja Central Gospel.
Agenda:
Terça-feira – 09/07/13
Gravação “Noite com Adoradores” na TV RIT
Gravação “Noite com Adoradores” na TV RIT
Quarta – 10/10/13
Entrevista Vida ao Vivo
Horário: 11h
Local: Rádio Vida às 11h
Entrevista Vida ao Vivo
Horário: 11h
Local: Rádio Vida às 11h
Cultos
Horários: 15h e 19h
Local: Igreja Paz e Vida – Sede
End.: Avenida Cruzeiro do Sul, 1965 – Santana
Horários: 15h e 19h
Local: Igreja Paz e Vida – Sede
End.: Avenida Cruzeiro do Sul, 1965 – Santana
Quinta – 11/07/13
Tarde de autógrafos
Horário: 15h
Local: Loja Central Gospel
End.: Conde de Sarzedas, 233 – Centro
Horário: 15h
Local: Loja Central Gospel
End.: Conde de Sarzedas, 233 – Centro
Fonte :Gospel +
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